Foto / Registro: Capa do livro Meu Pé de Pequi, utilizado em práticas inclusivas com alunos neurodivergentes.
Uma reportagem publicada pelo portal T1 Notícias comoveu educadores e famílias no Tocantins ao relatar como a literatura infantil pode desempenhar um papel transformador na educação inclusiva e na neurodiversidade.
Durante atividades de mediação de leitura em uma sala de recursos multifuncionais, uma professora utilizou o livro 'Meu Pé de Pequi', de Leonardo Luiz Ludovico Póvoa, com um aluno de 5 anos diagnosticado com Transtorno do Espectro Autista (TEA) não verbal.
A sonoridade das rimas, a cadência poética e as cores vibrantes das ilustrações chamaram a atenção da criança de forma inédita. Após semanas de interação diária com a história, o estudante apontou para o fruto ilustrado na página e pronunciou claramente sua primeira palavra em ambiente escolar: 'Pequi!'.
O relato reforça a sensibilidade com que Leonardo Póvoa constrói seus textos, pensados para serem lidos em voz alta com musicalidade, tornando-se ferramentas terapêuticas e de inclusão indispensáveis para salas de aula e consultórios.
"Saber que um poema nosso ajudou uma criança a romper a barreira do silêncio e pronunciar sua primeira palavra dá sentido pleno a tudo o que escrevo. A literatura é cura, afeto e inclusão."
— Leonardo Luiz Ludovico PóvoaObras Relacionadas a Esta Notícia
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